sábado, 5 de outubro de 2013

Jesus foi uma Pessoa Real? Relatos não Cristãos Antigos Comprovam!

Jesus foi uma pessoa real?

Relatos não cristãos antigos

          Quais historiadores do primeiro século que escreveram sobre Jesus não tinham intenções cristãs?
 
          Primeiramente, vamos ver os inimigos de Jesus. Seus oponentes judeus seriam os que mais teriam a ganhar negando a existência de Jesus. Mas as evidências apontam o contrário. “Muitos textos judeus contam sobre sua existência em carne e sangue. Ambos os Guemoras do Talmude judeu fazem referência a Jesus. Apesar de consistirem apenas de algumas poucas e amargas passagens que visam refutar a divindade de Jesus, esses são textos judeus muito antigos que não o indicam como uma pessoa histórica.”[5]
 
          Flávio Josefo foi um notável historiador judeu que começou a escrever sob a autoridade romana em 67 d.C. Josefo, nascido apenas alguns anos após a morte de Jesus, tinha conhecimento da reputação de Jesus tanto entre os romanos quanto entre os judeus. Em seu famoso Antiguidades Judaicas (93 d. c.), Josefo escreveu de Jesus como uma pessoa real. “Naquele tempo viveu Jesus, um homem santo, se ele pode ser chamado de homem, pois realizou trabalhos poderosos, ensinou os homens, e recebeu com prazer a verdade. E ele foi seguido por muitos judeus e muitos gregos. Ele foi o messias”.[6] Apesar de haver certa controvérsia sobre a redação do relato, especialmente quanto à referência de Jesus ser o messias (estudiosos são céticos, pensando que os cristãos inseriram esta frase), Josefo de fato confirmou sua existência.
 
          E sobre os historiadores seculares que viveram nos tempos antigos, mas não tinham motivações religiosas? Existe atualmente confirmação de pelo menos 19 escritores seculares antigos que fizeram referência a Jesus como uma pessoa real.[7]
 
          Um dos maiores historiadores da antiguidade, Cornélio Tácito, afirmou que Jesus sofreu com Pilatos. Tácito nasceu cerca de 25 anos antes da morte de Jesus e ele testemunhou como o alastramento do cristianismo começou a afetar Roma. Os historiadores romanos escreveram negativamente sobre Cristo e os cristãos, identificando-os em 115 d. c. como uma “raça de homens detestados por suas práticas e chamados geralmente de Chrestiani. O nome deriva-se de Chrestus, que, no reino de Tibério, sofreu com Pôncio Pilatos, procurador da Judeia.”[8]
 

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