domingo, 6 de outubro de 2013

Ciência x Cristianismo - DNA - A Linguagem da Vida

Ciência e cristianismo são compatíveis?

DNA: a linguagem da vida

           Apesar de a Bíblia nos dizer que Jesus criou toda a vida, não diz nada sobre como Ele o fez. Contudo, alguns dos mistérios da criação estão sendo descobertos.
 
          Por exemplo, na metade do século passado, os cientistas descobriram que uma pequena molécula chamada DNA é o “cérebro” por trás de cada célula do nosso corpo e de todos os outros seres vivos. Quando mais descobriam sobre o DNA, mais abismados ficavam com o esplendor por trás dele.
 
          Apesar de os evolucionistas acreditarem que o DNA desenvolveu-se através da seleção natural, eles não têm ideia de como uma molécula tão intrincada e complexa pode ter sido iniciada por puro acaso. A intrincada complexidade do DNA fez com que seu co-descobridor, Francis Crick, acreditasse que este nunca poderia ter sido originado na terra de forma natural. Crick, um evolucionista que acreditava que a vida era tão complexa que deve ter vindo do espaço sideral, escreveu:
“Um homem honesto armado de todo o conhecimento disponível a nós até agora, só poderia dizer que de certa maneira a origem da vida parece, no momento, ser quase um milagre, de tantas serem as condições necessárias para sua existência”.[10]
          O código por trás do DNA revela tal inteligência que atordoa a imaginação. Uma mera ponta de alfinete de DNA contém informação equivalente a uma pilha de livros suficiente para circundar a Terra 5 mil vezes. E o DNA opera como uma linguagem com seu próprio código de software extremamente complexo. O fundador da Microsoft Bill Gates diz que o software do DNA é “muito mais complexo do que qualquer software já desenvolvido”.[11]
 
          Os materialistas acreditam que toda essa complexidade originou-se através da seleção natural. Contudo, conforme declarado por Crick, a seleção natural não poderia ter produzido a primeira molécula. Visto que nenhum processo científico, incluindo a seleção natural, pode explicar a origem do DNA, muitos cientistas acreditam que este deve ter sido projetado.
 
          É compreensível para os cristãos ver o DNA como evidência de um Criador. Mas para um ateu renomado mudar de opinião após 50 anos de discursos e debates contra Deus seria um evento de implicações sísmicas, especialmente para os materialistas.
 
          Ainda assim, foi exatamente isso que aconteceu com professor de filosofia Antony Flew. Após proclamar o ateísmo em salas de aula da universidade, livros e discursos por cinquenta anos, o ateísmo de Flew encerrou-se abruptamente quando ele descobriu a inteligência por trás do DNA. Flew explica por que ele não é mais um ateu:
“Penso que o DNA veio para mostrar que uma inteligência deve estar envolvida na união extraordinária desses elementos distintos. A enorme complexidade pela qual os resultados foram obtidos me parece o trabalho de uma inteligência superior… Agora parece-me que as descobertas de mais de cinquenta anos de pesquisa de DNA forneceram material suficiente para a criação de um novo e incrivelmente poderoso argumento”.[12]
          Apesar de Flew não ser um cristão, ele admite agora que o “software” por trás do DNA é complexo demais para originar-se sem um “desenvolvedor”. E Flew não está sozinho. As descobertas da incrível inteligência por trás no DNA convenceram muitos antes agnósticos e ateus de que a vida no nosso universo não é um acidente.
 

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