domingo, 18 de agosto de 2013

Jesus Cristo como Adão: Sumo Sacerdote


Jesus Cristo

           Que contraste o segundo Adão apresentava quando Ele entrou no sombrio deserto para sozinho enfrentar a Satanás! Desde a queda, a raça humana havia diminuído em estatura e força física e decaído cada vez mais na escala do valor moral, até ao período do primeiro advento de Cristo à Terra.
 
          A fim de elevar o homem caído, Cristo deveria alcançá-lo onde ele estava. Tomou a natureza humana e carregou as enfermidades e degenerescências da raça humana. Aquele que não conheceu pecado tornou-Se pecado por nós.
 
          Humilhou-Se a Si mesmo até às profundezas mais baixas da miséria humana, a fim de que pudesse qualificar-Se para alcançar o homem e tirá-lo da degradação na qual o pecado o mergulhara.
 
“Porque convinha que Aquele, para quem são todas as coisas e mediante quem tudo existe, trazendo muitos filhos à glória, consagrasse, pelas aflições, o Príncipe da salvação deles.” Heb. 2:10.
“E, sendo Ele consumado, veio a ser a causa de eterna salvação para todos os que Lhe obedecem.” Heb. 5:9.
“Pelo que convinha que, em tudo, fosse semelhante aos irmãos, para ser misericordioso e fiel sumo sacerdote naquilo que é de Deus, para expiar os pecados do povo. Porque, naquilo que Ele mesmo, sendo tentado, padeceu, pode socorrer aos que são tentados.” Heb. 2:17 e 18.
“Porque não temos um sumo sacerdote que não possa compadecer-se das nossas fraquezas; porém um que, como nós, em tudo foi tentado, mas sem pecado.” Heb. 4:15.
 
          Satanás tem estado em guerra com o governo de Deus desde sua primeira rebelião. Seu êxito em tentar a Adão e Eva no Éden, e em introduzir o pecado no mundo, tem encorajado a este arqui-inimigo; tinha-se envaidecido orgulhosamente diante dos anjos celestes de que, quando Cristo aparecesse, tomando a natureza humana, seria mais fraco do que ele e que iria subjugá-Lo pelo seu poder.
 
          Exultava de que Adão e Eva no Éden não resistiram às suas insinuações, quando apelou para o apetite. Os habitantes do mundo antigo ele dominou da mesma maneira pela condescendência com o apetite, lascívia e paixões corruptas. Por meio da satisfação do apetite derrotou os israelitas. Vangloriava-se de que mesmo o Filho de Deus, que esteve com Moisés e Josué, não foi capaz de resistir ao seu poder e guiar a Canaã o povo favorecido por Sua escolha, pois quase todos os que deixaram o Egito morreram no deserto; também tentou o manso Moisés, a tomar para si a glória que pertencia a Deus. Davi e Salomão, que foram especialmente favorecidos por Deus, induziu-os por meio da condescendência com o apetite e paixão a incorrer no desagrado de Deus. Orgulhava-se de que ainda poderia ter êxito em frustrar o propósito de Deus na salvação do homem através de Cristo.
 
          Na tentação do deserto, Cristo esteve sem alimento por quarenta dias. Moisés, em situações especiais, também ficou por um longo período sem alimentação. Mas ele não sentiu as angústias da fome. Não foi tentado e atormentado pelo vil e poderoso inimigo como foi o Filho de Deus. Estava acima do humano, especialmente mantido pela glória de Deus, a qual o envolvia.

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